“Não há nada de divino, nem sobrenatural…”
Cortei grama, varri o pátio, limpei a casa, amontoei sacolas e sacolas de lixo, ouvi minhas canções, toquei meu violão. Me dei a liberdade de ficar indiferente ao mundo.
Aprecio a minha solidão de uma maneira que não sei explicar.
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